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Tá trabalhando mesmo ou só fazendo cara de ocupado?

Fazer muita coisa não é sinônimo de impacto e assertividade.
Fazer muita coisa não é sinônimo de impacto e assertividade.

Existe um erro sutil em muitas organizações: avaliar desempenho pelo volume de tarefas, e não pelo valor entregue.


Profissionais eficientes funcionam com lógica de gestão. Eles pensam em foco no que gera valor, redução de desperdício e melhoria contínua, mesmo que não usem esses nomes no dia a dia. Trabalham orientados por indicador, prioridade e impacto real.


E isso aparece de forma bem concreta na rotina:


  • Eles questionam processos longos demais.

  • Reduzem etapas desnecessárias.

  • Recusam retrabalho.

  • Protegem agenda para o que realmente move resultado.


Pela lente do Lean, atividade que não agrega valor é desperdício.

Na gestão por resultados, esforço sem entrega mensurável não sustenta performance.

Em uma cultura de responsabilidade clara, cada pessoa responde pelo impacto do que entrega e não pelo tempo que aparenta estar ocupada.


O problema é que, quando liderança confunde ocupação com produtividade, tende a sobrecarregar justamente quem trabalha com método, clareza e visão sistêmica.


Aqui entra o papel estratégico de RH e Gente: ajudar líderes a ajustar essa lente. Avaliar impacto, eficiência de processo e contribuição real e não apenas presença, volume ou “cara de ocupado”. O pior é que tem um monte de gente assim, já viraram até meme.

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